Nos últimos dias um assunto rivalizou entre os criadores da raça Pit Bull, quando uma reportagem, de Porto Velho, Rondônia, apresentou um animal da espécie, que é forte candidato a entrar para o Guiness Book como o maior animal da raça Pit Moster.

Não demorou muito para que outro criador, do mesmo estado, mas da cidade de Vilhena, no Sul do estado se manifestasse.

Ele alega ter um animal, da mesma raça e espécie ainda maior que o candidato ao Guines Book, embora não esteja participando do ranking.

O dono do “Drax”, o cão da capital, disse que o animal foi preparado para bater o recorde mundial de tamanho e superar o atual detentor do título, o Hulk, que vive nos Estados Unidos.

Mas o espécime que vive no sul de Rondônia apresenta medidas impressionantes e pode superar a todos.
Segundo o comerciante Jorge Pudell, que é dono do cachorro, o animal foi adquirido de um criador de Cacoal, e é registrado e com pedigree reconhecido.

“Ele foi produzido pelo meu amigo Adilson, do Icaraíma Monster’s Kennel, e hoje é criado no meu canil, o Pudell Bull Kennel. O avô de Neizon, nome dado ao Pit Bull, foi importado dos Estados Unidos.

O gigante Neizon tem mais peso que seu concorrente da capital. Um vídeo da pesagem dele mostra a balança chegando próximo dos 90 quilos. Bem mais pesado que o “rival”. Além disso, também tem o crânio maior.

Neizon já chegou a pesar 92 quilos, mas perdeu peso por estar em fase de cobertura de várias fêmeas.

O cão é bastante requisitado como matriz, devido ao seu porte físico.

Jorge diz não ter interesse em colocar o grandalhão para brigar por títulos no Guiness Book.

Apesar da envergadura, Neizon é um cão dócil. Em fotos e vídeos, o cachorro é registrado brincando com uma criança, que tem menos de dois anos de idade.

“Além de ajudar a alimentá-lo, a garotinha também transforma Neizon em “cavalinho” e nunca houve sequer um rosnado de ameaça contra ela”, explica o criador, que também é pai da menina.

Diferente dos pit bulls “tradicionais”, que resultam de vários cruzamentos, Neizon é considerado “puro”. Pudell diz que, até pela mobilidade, ele é menos agressivo que os outros.

“Se o dono o cria para ser violento, o cão vai atacar. Aliás, até um vira-lata fica agressivo conforme é ensinado”, finaliza o entusiasta da espécie.