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12/07/2021 13:03 gazetarondonia.com.br

Filha procura polícia para denunciar estelionatária que sacou auxílio emergencial e não repassou a sua mãe

Na manhã de sexta-feira (9) uma mulher de 27 anos, moradora do bairro Maranata no município de Cerejeiras (RO), procurou a delegacia de polícia civil para denunciar uma moradora do município de Vilhena (RO) por fraude e estelionato, em razão da mesma sacar e não repassar valores referentes ao auxílio emergencial, ao qual sua mãe, uma senhora de 54 anos, teria direito.
Segundo narrado em ocorrência policial, a acusada, identificada pelas iniciais D.S.S., procurou a vítima que também reside em Vilhena e propôs fazer o cadastramento digital para o recebimento das parcelas do auxílio emergencial, pelos “serviços prestados” a acusada cobrou o valor único de R$ 100,00 fato concordado pela vítima, que afirma ter recebido cinco parcelas de R$ 600,00 cada e quitado os “serviços prestados”. Esclarece ainda que nunca acompanhou a acusada a nenhuma agência bancária e recebia aquilo que a mesma lhe repassava, pois não tem conhecimento de informática e não faz usos dos meios digitais e as senhas e cadastros foram criadas pela acusada.
 
Na segunda etapa do recebimento do auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal, a vítima relatou que recebeu apenas duas parcelas no valor de R$ 150,00 cada e que foi informada pela acusada que foi apenas o valor “que saiu”, não fazendo menção de nenhum complemento adicional. No mês de abril de 2021 a denunciante informou a polícia que a acusada disse que o Governo Federal não estava mais liberando o benefício, mas efetuou o saque de três parcelas no valor de R$ 250,00 e não repassou nenhum centavo a sua mãe.
 
Ao desconfiar que sua mãe estava sendo lesada pela acusada, foi com sua genitora até uma agência da caixa econômica federal e ao acessar o sistema DatPrev descobriu os valores que foram movimentados pelo aplicativo Caixa Tem em nome da vítima. A denunciante apresentou os dados da acusada, como endereço, e-mail e número de telefone e WhatsApp ao registrar a ocorrência de fraude e estelionato. A polícia civil segue investigando o caso.


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