OCORRÊNCIA POLICIAL

01/10/2021 10:30 hora1rondonia.com.br

Pistoleiros contratados por adolescente para matar o próprio pai serão julgados dias 25 e 26 de outubro

A 1ª. Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho marcou para os dias 25 e 26 de outubro próximos, o julgamento dos quatro envolvidos no assassinato do comerciante Juscelino Fontenele Magalhães, de 46 anos, crime ocorrido dia 10 de maio de 2019, no comércio da vítima, bairro socialista, zona leste da capital.

Os acusados do homicídio são: Antônio Edson Oliveira Ferreira, vulgo “Edinho”, Chewdon Jeovane Batista Justiniano Cuellar, vulgo “Sheldon”, Adelson Goes dos Santos, vulgo “Neguinho”, Ualisson Nascimento da Silva, “Alisson”. Os pistoleiros foram contratados pelo filho do comerciante, menor de 16 anos, que já cumpre pena em uma unidade de internação de Porto Velho.

É um dos casos de maior repercussão dentre os julgamentos do mês de outubro e, por isso a Vara do Júri, escolheu dois dias para uma sessão sem atropelos e onde possam ser analisadas todas as provas que culminou com a morte de um inocente, ainda mais financiada pelo próprio filho da vítima.
Segundo a Polícia, o menor foi preso dias depois e confessou o crime, denunciando os comparsas. Dois suspeitos chegaram no comércio em uma motocicleta, anunciaram o assalto, roubaram uma quantia em dinheiro e executaram friamente o comerciante com um tiro na cabeça.

O motivo do crime seria por que o comerciante estava desconfiando que o filho estava desviando dinheiro do caixa e resolveu tirá-lo da responsabilidade. O menor contratou os criminosos oferendo o valor de R$ 20 mil. Três homens participaram do crime, inclusive um motorista de aplicativo que dava cobertura a ação.

O suspeito que pilotava a motocicleta identificado como Antônio Edson Oliveira Ferreira, 27 anos. Adelson teria sido o autor dos disparos e Ualisson, o motorista de aplicativo que deu cobertura ao crime. O adolescente já planejava mandar matar os autores do crime para se livrar da dívida, além da própria mãe.

Para tentar dissimular o crime e mostrar um amor inexistente pelo pai, o menor infrator ainda chegou a publicar uma homenagem ao pai em sua rede social.


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